quinta-feira, 7 de julho de 2016

Policia Federal realiza operação “Aviões de Lama” em Tanabi

Renan Contrera


A Policia Federal, em conjunto com a Controladoria Geral da União e a Receita Federal realizou hoje, 07/07 a  3ª Fase da Operação Lama Asfáltica. O nome de fase da operação foi Aviões de Lama, sendo realizada nos Estados de Mato Grosso, Morta Grosso do Sul e São Paulo. E os agentes da PF de Rio Preto cumpriram mandato de prisão contra engenheiro de Tanabi, que foi novamente preso. Uma fase anterior tinha prendido o engenheiro e documentos em maio deste ano.
Foto: Arquivo/Blog Renan Contrera
O engenheiro se entregou na Delegacia da
 Policia Federal em Campo Grande
Cerca de 20 policiais cumprem 3 mandados de prisão preventiva e 2 mandados de busca e apreensão de aeronaves, nos municípios de Campo Grande/MS, Cuiabá/MT, Rondonópolis/MT e Tanabi/SP, todos expedidos pela 3ª Vara Federal de Campo Grande. De acordo com as investigações, a organização criminosa é especializada em desviar recursos públicos, inclusive federais. Ela atua no ramo de pavimentação de rodovias, construções, prestação de serviços nas áreas de informática e gráfica. 

O engenheiro Flavio Henrique Garcia Scrocchio, proprietário da Terrasat não estava em casa, no momento em que os policiais foram e ele se entregou na Delegacia da Policia Federal em Campo Grande. Ele já tinha sido preso em maio numa outra fase desta operação, e tinha sido solto junto com outros acusados por decisão do Superior Tribunal de Justiça.

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Esta fase da Operação é consequência da análise da documentação apreendida na segunda fase da Operação Lama Asfáltica, denominada “Fazendas de Lama”. Nesta, foi possível extrair elementos indicativos que os investigados estavam praticando o crime de lavagem de dinheiro. Eles usavam os recursos obtidos ilegalmente com a revenda com a revenda de bens de alto valor e distribuía esses montantes para diversas pessoas. Com essas ações, eles ocultavam a origem do dinheiro e mantinham, assim, a prática de novas condutas delituosas, mesmo após a deflagração da primeira fase da operação, em julho de 2015.

Os presos serão encaminhados à Superintendência da PF em Campo Grande/MS, e as aeronaves apreendidas irão permanecer nas cidades onde foram localizadas.


Fontes: Policia Federal e Diário da Região