sábado, 27 de agosto de 2011

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

OPERAÇÃO ÁGATA- Missão do Correio Aéreo leva atendimento médico para comunidades isoladas.


Profissionais de saúde da FAB atenderam população residente na fronteira entre Brasil e Colômbia.

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com


                                            Fotos:Divulgação
Mal o avião pousa e a notícia já se espalha: é dia de atendimento médico. A cena ocorreu nesta terça-feira (16/8) em Vila Bittencourt, comunidade que fica às margens do Rio Japurá, na fronteira do Brasil com a Colômbia. Começava assim mais uma missão do Correio Aéreo Nacional (CAN) para atender famílias que muitas vezes precisam enfrentar horas de embarcação para encontrar a unidade de saúde mais próxima.
Cinco médicos da Força Aérea Brasileira (FAB) e dois auxiliares puderam atender os moradores do local, além de familiares do Exército Brasileiro que trabalham no Pelotão Especial de Fronteira onde foram realizados os atendimentos. Odontologia e clínica geral foram as especialidades mais procuradas, além de pediatria, dermatologia e ginecologia. 
A moradora Marlene Silva de Matos, 55 anos, diz que fica ansiosa esperando pelos dias em que algum tipo de atendimento médico vá até a comunidade.
"Quando a gente sabe que vem o médico daí de fora para a gente é muita coisa. Às vezes tem criança que precisa de uma consulta", explica.

O Capitão Dentista Adilson Nascimento diz que os profissionais de saúde que participam das missões do Correio Aéreo Nacional visitam locais onde a presença deles é fundamental.
"A gente encontra um cenário de muita carência, carência assistencial mesmo. As pessoas têm as necessidades para tratamento e, no entanto, não tem o profissional, não tem a estrutura", ressalta.

Nessa missão, ele e a equipe seguirão ainda para Yuaretê e Pari Cachoeira. Os médicos levam equipamentos e remédios para locais onde às vezes não há sequer luz elétrica para realizar o trabalho. Mas para o Capitão Adilson o desafio é um orgulho.
"Era muito mais cômodo pra mim não ter saído do Rio de Janeiro e ter vindo para um local completamente distante. Mas para mim não era suficiente. Eu queria participar do trabalho da Força Aérea", diz.
 





OPERAÇÃO ÁGATA - Aeronave remotamente pilotada localiza pista clandestina na fronteira.


Caças A-29 destruíram o alvo identificado pelo veículo aéreo não tripulado da FAB


Renan Contrera 
renancontrera@hotmail.com
http://twitter.com/renan_contrera



Um dos destaques da Operação Ágata é a estreia operacional da Aeronave Remotamente Pilotada (ARP) Hermes 450. Esse veículo aéreo não tripulado já mostrou resultado: caças A-29 Super Tucano destruíram, durante a Operação, uma pista clandestina após um detalhado trabalho de reconhecimento do RQ-450, nova designação da ARP da Força Aérea Brasileira. Foi formada uma cratera de quatro metros de diâmetro por dois de largura.

Em apenas algumas horas de voo o RQ-450 coletou todas as informações para a missão de ataque. "Conseguimos saber vários detalhes do alvo e, inclusive, observamos que não havia pessoas no local para garantir a segurança durante o lançamento das bombas", explicou o Tenente Coronel Ricardo Laux, Comandante do Primeiro Esquadrão do Décimo Segundo Grupo de Aviação (1º/12º GAV) - Esquadrão Hórus, primeira unidade militar do Brasil a utilizar aeronaves do tipo.

A pista clandestina possuía 1.600 metros de comprimento e estava localizada na fronteira do Brasil com a Colômbia, em uma região conhecida como cabeça do cachorro. Quatro caças A-29 Super Tucano decolaram de um destacamento avançado da Força Aérea Brasileira em São Gabriel da Cachoeira (AM) para realizarem o ataque. Foram utilizadas oito bombas de 230 kg, o suficiente para impedir pousos ou decolagens até de pequenas aeronaves.

Toda a missão de reconhecimento foi coordenada a partir do centro de controle, onde um piloto e um operador de sistemas acompanham o voo do RQ-450. O equipamento é quase todo automático, mas o aviador gerencia todas as etapas da missão. "Eu posso simplesmente colocar uma coordenada ou determinar uma rota, mas se eu quiser pilotar ele manualmente eu assumo o voo", afirmou o Tenente Coronel Laux.

As telas são dominadas pelas informações enviadas pelos sensores, geralmente uma câmera colorida com zoom e um sistema imagem por calor. "Para cada atividade existe um detector ideal", disse o Tenente Coronel Laux. Os equipamentos a bordo permitem até localizar pessoas sob copa de árvores e, dependendo da distância, saber se elas estão armadas. "Em certas situações, a aeronave é capaz de detectar ações que já aconteceram, percebendo, por exemplo, o calor que uma aeronave deixou em um local", completou o Comandante.

Durante a Operação Ágata, o Esquadrão Hórus está deslocado em uma pista escondida no meio da selva. A partir dali, o RQ-450 opera em uma vasta área da região. Com autonomia de até 16 horas, o avião de apenas seis metros de comprimento realiza missões de reconhecimento, vigilância, busca e inteligência. Todas as informações são transmitidas em tempo real para centros de comando em Manaus e em Brasília.

As principais vantagens do uso de uma Aeronave Remotamente Pilotada (ARP) é permitir que uma missão dure várias horas, com revezamento de tripulações na estação em solo. Além do cansaço, os militares também ficam longe de qualquer ameaça que possa existir, como fogo hostil. A ARP também se destaca por ser silenciosa e difícil de ser localizada. Caso necessário, toda a estrutura de apoio e o RQ-450 também podem ser rapidamente levados de avião para outro local.

A Operação Ágata começou no dia 7 de agosto e envolve o Exército, a Marinha, a Aeronáutica e instituições como a Polícia Federal, IBAMA e Receita Federal. As ações têm como objetivo coibir atividades ilícitas como o tráfico de drogas, crimes ambientais, garimpos ilegais e contrabando na região de fronteira entre Brasil e a Colômbia. Mais de 3 mil militares participam das ações.
Fonte: Agência Força Aérea

O CORPO DE BOMBEIROS DE TANABI ATENDEU 18 OCORRÊNCIAS NESTE FINAL DE SEMANA.

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com



A BASE DE BOMBEIROS DE TANABI registrou neste final de semana 18 Ocorrências. Entre elas foram: 12 Resgate (emergência clinica, problemas cardíacos e quedas) 04 Incêndio (pastagem) e 02 Outras ocorrências de Bombeiros (vistoria) sendo que 10 vitimas foram socorridas pelo os Bombeiros de Tanabi.

                                                                          Foto:Internet 

Neste final de semana não houve ocorrências graves. Os Bombeiros de Tanabi agradece pela divulgação desta nota tenham todos uma ótima semana e que DEUS os abençoe.

2ºSgt  PM De Oliveira
Comandante
   

                                                                            


terça-feira, 16 de agosto de 2011

OPERAÇÃO ÁGATA – FAB realiza emprego inédito de Aeronave Remotamente Pilotada.

Renan Contrera 
renancontrera@hotmail.com
http://twitter.com/renan_contrera


A  Força Aérea  Brasileira utilizou uma Aeronave Remotamente Pilitada(ARP),modelo Hermes 450,na Operação Ágata 1.Essa é a primeira vez que a aeronave é atua em missões reais.Ela realizando ações de reconhecimento na região de fronteira entre o Brasil e a Colômbia.


Esse tipo de tecnologia permite que  a Força Aérea cumpra missões de reconhecimento aéreo,sem que pilotos sejam expostos ao risco de morte,e com a possibilidade de transmissão das imagens  geradas em tempo  real para qualquer localidade do Brasil.

O 1º/12°Grupo de Aviação(GAV)é a primeira organização da FAB  a operar uma Aeronave Remotamente Pilotada.
                                                                                                  Foto:Divulgação
 
Aeronave Remotamente Pilotada(ARP)Hermes 450



Um pouco sobre a ARP,possui  450 quilos de peso de decolagem,seis metros de comprimentos e 10 metros de envergadura(da ponta de uma asa á outra).Voa a 110Km/h e atinge cerca de 5 mil metros de altitude.Suportando uma carga útil de 150 quilos,permanece em vôo por mais de 15 horas e pode embarcar vários sensores simultaneamente.

O vetor complementa os demais já operados pela FAB,como o R-99,R35 e RA-1,ampliando a capacidade de reconhecimento aéreo  da Força Aérea Brasileira. ARP pode ser  empregada em diversas operações,tanto na área civil,quanta na militar.Para fins militares,o equipamento pode realizar missões de reconhecimento e de busca e resgate,entre outras.Também pode ajudar na área de segurança publica,no controle de desmatamento e em operações de defesa civil.

A Operação Ágata 1 iniciada no dia de agosto ,visa intensificar o combate ao trafico de drogas,contrabando e descaminho de armas e munições,extração de minerais e madeiras de forma ilegal,trafico de animais silvestres,biopirataria e todos os demais delitos  de fronteira.

Fonte:Força Aérea Brasileira     

MISSÃO DE PAZ - Pelotão da Aeronáutica retorna ao País após sete meses no Haiti.


Grupo foi substituído por integrantes do Batalhão de Infantaria de Manaus.

Renan Contrera 
renancontrera@hotmail.com


Depois de sete meses em missão de paz no Haiti, os vinte e sete militares do Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial do Recife (BINFAE-RF) desembarcaram no Recife às 23h50 da segunda-feira (15/8) na Base Aérea de Recife (PE). "Cheguei a tempo de ver o nascimento do meu filho”, disse o Sargento Gustavo Cezar de Lima Freitas. A esposa, Michele Regina Santos de Freitas, está no oitavo mês de gravidez.

Os militares fazem parte do primeiro pelotão de Infantaria da Força Aérea Brasileira (FAB) a participar desse tipo de operação. O contigente foi substituído pelo Batalhão de Infantaria de Manaus que seguiu para Porto Príncipe, capital haitiana, no início de agosto.  
Quando a aeronave KC-137 (Boeing 707) do Segundo Esquadrão do Segundo Grupo de Transporte (2º/2º GT) da Força Aérea Brasileira (FAB) tocou o solo brasileiro.  Foi a conclusão de uma missão de sete meses em Porto Príncipe, que começou efetivamente ano passado, no treinamento no Batalhão de Infantaria de Aeronáutica Especial de Recife (BINFAE-RF) e no 14º Batalhão de Infantaria Motorizado do Exército Brasileiro, e prosseguiu após o embarque para a capital haitiana em fevereiro. Depois do pouso do avião, uma oração do grupo marcou o primeiro contato com a terra brasileira, seguida de um abraço emocionado de dever cumprido.

“É uma sensação maravilhosa este retorno, ver o seu povo, as pessoas falando a sua língua. A ansiedade da volta foi diferente. A vibração dentro da aeronave era outra, já que tínhamos a sensação de dever cumprido. A missão foi tranquila porque estávamos lidando com bons profissionais e aplicamos o que aprendemos no curso”, conta o Sargento Carlos José Ferreira Amigo, que auxiliou o Tenente Marcos Vinícius de Oliveira Pereira no comando do pelotão.

O pelotão da FAB atuou na área de Delmas, próxima ao aeroporto de Porto Príncipe, mas também participou de outras operações com o Exército Brasileiro e a Marinha do Brasil em Cité Soleil.

“Nós encontramos um povo bastante receptivo, o contingente brasileiro é muito conhecido. Quando estávamos em missão em Delmas, os haitianos viam o uniforme e gritavam “Força Aérea”” lembra o Sargento Amigo.

O Tenente Marcos, comandante do pelotão, conta que um grande desafio do pelotão aconteceu durante o segundo turno das eleições presidenciais.

“Foi uma situação bastante tensa, ajudar a organizar as eleições em um país e teve ainda a chegada do ex-presidente Aristide. Cerca de sete mil pessoas foram recebê-lo no aeroporto e tínhamos de tomar todos os procedimentos de segurança”, frisa o Tenente Marcos.





Fonte:Força Aérea Brasileira 

ALERTA BLOG-Veiculo pega fogo em Tanabi.

Renan Contrera 
renancontrera@hotmail.com


Um veiculo modelo Fusca de Balsamo,pegou fogo na rodovia Euclides da Cunha no sentido Votuporanga-Tanabi bem a alguns metros da entrada da cidade.
O Corpo de Bombeiros foi acionado para conter as chamas que estavam na parte do motor.


                                                                                                           Foto:Acervo 
Viatura do Corpo de Bombeiros de Tanabi que atendeu a ocorrência.

 O proprietário de veiculo esta resolvendo as coisas para volta para sua cidade que é Balsamo.
 Ninguém ficou ferido,os bombeiros controlaram o incêndio e deixando o veiculo em segurança.  

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O CORPO DE BOMBEIROS DE TANABI ATENDEU 15 OCORRÊNCIAS NESTE FINAL DE SEMANA.

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com



A BASE DE BOMBEIROS DE TANABI registrou neste final de semana 15 Ocorrências. Entre elas foram: 09 Resgate,  02 Incêndio , 02 Salvamentos e 02 Outras ocorrências de Bombeiros (vistoria) sendo que 09 vitimas foram socorridas pelo os Bombeiros de Tanabi.
                                                                                               Foto:Acervo
Vitima recebendo os primeiros atendimentos.

Neste final de semana não houve ocorrências graves. Os Bombeiros de Tanabi agradece pela divulgação desta nota tenham todos uma ótima semana e que DEUS os abençoe.



quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Navio Oceanográfico “Antares” tem novo Sonar de Varredura Lateral.

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com




Navio Oceanográfico “Antares”

De 13 de junho a 21 de julho, o Navio Oceanográfico “Antares” realizou um levantamento hidrográfico ao largo da Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, entre as Ilhas Maricás e Tijucas.
No serviço, foi utilizado o sonar de varredura lateral Teledyne Benthos C3D interferométrico, que coleta, simultaneamente, a batimetria e a intensidade do retroespalhamento acústico, permitindo gerar boas imagens tridimensionais do fundo oceânico. O trabalho inédito possibilitou certificar a potencialidade do sistema e qualificar os oficiais e praças hidrógrafos em sua operação.
Dentre as feições captadas por esse equipamento, destaca-se o casco soçobrado da carta náutica nº 1506, que se refere ao ex-Contratorpedeiro “Paraíba” (D-28), detectado com precisão na posição de latitude 23º 05,72’S e longitude 042º 59,73’ W.

Feição do ex-Contratorpedeiro “Paraíba”,
detectada durante o levantamento hidrográfico

Os resultados do levantamento hidrográfico terão aplicação dual, sendo utilizados tanto para a atualização da carta náutica 1506, como para a geração de produtos para apoio às operações navais nas proximidades da Baía de Guanabara. A Diretoria de Hidrografia e Navegação poderá adotar esse mesmo procedimento nas áreas de aproximação de outros portos brasileiros.

Sonar de varredura lateral Teledyne Benthos C3D


Fonte:Marinha do Brasil

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

FAB participa da Operação Ágata com 35 aeronaves.

Renan Contrera 
renancontrera@hotmail.com
                          
                                              Fotos:Divulgação 

Durante a Operação Ágata 1, a Força Aérea Brasileira (FAB) emprega 35 aeronaves de Caça, Asas Rotativas, Transporte e Reconhecimento. A Operação ocorre na região dos municípios de Tabatinga e São Gabriel da Cachoeira, áreas de fronteira do Amazonas, com participação de três mil e quinhentos militares do Exército, Marinha e Aeronáutica.
O objetivo da Operação, desencadeada na sexta-feira (05/08), é intensificar o combate ao tráfico de drogas, ao contrabando e descaminho de armas e munições, à extração de minerais e madeiras de forma ilegal, ao tráfico de animais silvestres e à biopirataria.
Uma das estratégias traçadas pela FAB foi a criação do “Grupo Aéreo 444”, com a finalidade de gerenciar os meios necessários para o alcance dos objetivos propostos na Operação Ágata 1.
“Em uma situação normal, nós temos meios de defesa aérea em Porto Velho, Boa Vista e Manaus. O controle das fronteiras já é feito, mas as fronteiras são muito extensas. Essa Operação é um primeiro esforço de coordenação do Governo Federal para intensificar as ações na fronteira. Vamos fazer, periodicamente, operações de intensificação desse controle”, afirmou o comandante do Grupo, Coronel José Maurilo Machado de Lima.
Na Operação Ágata 1, as ações da FAB na região foram redobradas. “Nós aumentamos a quantidade de aeronaves e as distribuímos em diversos aeródromos da região. O Grupo Aéreo 444 foi incumbido, pelo Comando Geral de Operações Aéreas (COMGAR), de realizar missões de reconhecimento armado, buscando descobrir instalações e pistas clandestinas e manter o policiamento das fronteiras de maneira que nós consigamos inibir os ilícitos na região”, acentuou o Coronel Machado.


Nota Oficial da Força Aérea Brasileira - Esclarecimentos sobre reportagem do Fantástico exibida em 07/08/2011

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com






O Comando da Aeronáutica repudia veementemente o teor da reportagem do jornalista Valmir Salaro, levada ao ar no Fantástico deste domingo, sete de agosto, e no Bom Dia Brasil desta segunda-feira, oito de agosto. 

A matéria em questão parte de princípios incorretos e de denúncias infundadas para passar à população brasileira a falsa impressão de que voar no Brasil não é seguro. A reportagem contradiz os princípios editoriais da própria Rede Globo ao apresentar argumentos com falta de Correção e falta de Isenção, itens considerados pela própria emissora como sendo atributos da informação de qualidade. 

O jornalista embarcou em uma aeronave de pequeno porte (aviação geral), que tem características como nível de voo, rota, classificação e regras de controle aéreo diferentes dos voos comerciais. A matéria trata os voos sob condições visuais e instrumentos como se obedecessem as mesmas regras de controle de tráfego aéreo, levando o espectador a uma percepção errada.

O piloto demonstra espanto ao avistar outras aeronaves sobre o Rio de Janeiro e São Paulo, dando um tom sensacionalista a uma situação perfeitamente normal e controlada que ocorre sobre qualquer grande cidade do mundo. Nesse sentido, causa estranheza que a reportagem tenha mostrado a proximidade dos aviões como algo perigoso para os passageiros no Brasil. As próprias imagens revelam níveis de voo diferenciados, além de rotas distintas. 

Além disto, o piloto que opta por regras de voo visual, só terá seu voo autorizado se estiver em condições de observar as demais aeronaves em sua rota, de acordo com as regras de tráfego aéreo que deveriam ser de seu pleno conhecimento. Mesmo assim, o piloto receberá, ainda, avisos sobre outros voos em áreas próximas. 

Foi exatamente o que ocorreu durante a reportagem, que mostra o contato constante dos controladores de tráfego aéreo com o piloto. Desde a decolagem foram passadas informações detalhadas sobre os demais tráfegos aéreos na região, sem que houvesse qualquer perigo para as aeronaves envolvidas. 

A respeito da dificuldade demonstrada em conseguir contato com o serviço meteorológico, é interessante lembrar que há várias frequências disponíveis para contato com o Serviço de Informações Meteorológicas para Aeronaves em Voo (VOLMET), que está disponível 24 horas por dia em todo o país. Além destas, há frequências de ATIS (Serviço Automático de Informação em Terminal) que fornecem continuamente, por meio de mensagem gravada e constantemente atualizada, entre outros dados, as condições meteorológicas reinantes em determinada Área Terminal, bem como em seus aeroportos. Como, aliás, é o caso da Terminal de Belo Horizonte, incluindo os aeroportos da Pampulha e de Confins.

Ressalte-se que, a despeito da operação de tais serviços, todos os pilotos têm a obrigação de obter informações meteorológicas antes do voo pessoalmente nas Salas de Informações Aeronáuticas dos aeroportos, por telefone ou até pela internet. 

Ao realizar o voo sem, possivelmente, ter acessado previamente informações meteorológicas, o piloto expôs a equipe de reportagem a uma situação de risco desnecessário. Tratou-se, obviamente, de mais um traço sensacionalista e sem conteúdo informativo.

A respeito do momento da reportagem em que o controle do espaço aéreo diz que não tem visualização da aeronave, cabe esclarecer que o voo realizado pela equipe do Fantástico ocorreu à baixa altitude, em regras de voos visuais, uma situação diferente dos voos comerciais regulares. 

Na faixa de altitude utilizada por aeronaves como das empresas TAM e GOL, extensamente mostradas durante a reportagem, há cobertura radar sobre todo o território brasileiro. Para isso, existem hoje 170 radares de controle do espaço aéreo no país. Como dito acima, é feita uma confusão entre perfis de voos completamente diferentes. Dessa forma, o telespectador do Fantástico ficou privado de ter acesso a informações que certamente contribuem para a melhor apresentação dos fatos.

No último trecho de voo da reportagem, o órgão de controle determinou a espera para pouso no Aeroporto Santos-Dumont. O que foi retratado na matéria como algo absurdo, na realidade seguiu rigorosamente as normas em vigor para garantir a segurança e fluidez do tráfego aéreo. Os voos de linhas regulares, na maioria das vezes regidos por regras de voo por instrumentos, gozam de precedência sobre os não regulares, visando a minimizar quaisquer problemas de fluxo que possam afetar a grande massa de usuários.

A reportagem também errou ao mostrar que Traffic Collision Avoidance System (TCAS) é acionado somente em caso de acidente iminente. O fato do TCAS emitir um aviso não significa uma quase-colisão, e sim que uma aeronave invadiu a “bolha de segurança” de outra. Essa bolha é uma área que mede 8 km na horizontal (raio) e 300 metros na vertical (raio). 

Cabe ressaltar ainda que a invasão da bolha de segurança não significa sequer uma rota de colisão, pois as aeronaves podem estar em rumos paralelos ou divergentes, ou ainda com separação de altitude, em ambiente tridimensional.

A situação pode ser corrigida pelo controle do espaço aéreo ou por sistemas de segurança instalados nos aviões, como o TCAS. Nem toda ocorrência, portanto, consiste em risco à operação. O TCAS, por exemplo, pode emitir avisos indesejados, pois o equipamento lê as trajetórias das aeronaves, mas não tem conhecimento das restrições impostas pelo controlador. 

Todas as ocorrências, no entanto, dão início a uma investigação para apurar os seus fatores contribuintes e geram recomendações de segurança para todos os envolvidos, sejam controladores, pessoal técnico ou tripulantes. É esse o caso dos 24 relatórios citados na reportagem. A existência desses documentos não significa a ocorrência de 24 incidentes de tráfego aéreo, e sim uma consequência direta da cultura operacional de registrar todas as situações diferentes da normalidade com foco na busca da segurança.

A investigação tem como objetivo manter um elevado nível de atenção e melhorar os procedimentos de tráfego aéreo no Brasil, pois é política do Comando da Aeronáutica buscar ao máximo a segurança de todos os passageiros e tripulantes que voam sobre o país. Incidentes e acidentes não são aceitáveis em nenhum número, em qualquer escala.

Sobre a questão dos controladores de tráfego aéreo, ao contrário da informação veiculada, o Brasil tem atualmente mais de 4.100 controladores em atividade, entre civis e militares. No total, são mais de 6.900 profissionais envolvidos diretamente no tráfego aéreo, entre controladores e especialistas em comunicação, operação de estações, meteorologia e informações aeronáuticas.

Para garantir a segurança do controle do espaço aéreo no futuro, o Comando da Aeronáutica investe na formação de controladores de tráfego aéreo. A Escola de Especialistas de Aeronáutica forma anualmente 300 profissionais da área. Todos seguem depois para o Centro de Simulação do Instituto de Controle do Espaço Aéreo (ICEA), inaugurado em 2007 em São José dos Campos (SP). Com sistemas de última geração e tecnologia 100% nacional, o ICEA ampliou de 160 para 512 controladores-alunos por ano, triplicando a capacidade de formação e reciclagem. 

Vale salientar que a ascensão operacional dos profissionais de controle de tráfego aéreo ocorre por meio de um conselho do qual fazem parte, dentre outros, os supervisores mais experientes de cada órgão de controle de tráfego aéreo. Desse modo, nenhum controlador de tráfego aéreo exerce atividades para as quais não esteja plenamente capacitado.

A qualidade desses profissionais se comprova por meio de relatório do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA). De acordo com o Panorama Estatístico da Aviação Civil Brasileira, dos 26 tipos de fatores contribuintes para ocorrência de acidentes no país entre 2000 e 2009, o controle de tráfego aéreo ocupa a 24° posição, com 0,9%. O documento está disponível no link:
http://www.cenipa.aer.mil.br/cenipa/Anexos/article/19/PANORAMA_2000_2009.pdf

A capacitação dos recursos humanos faz parte dos investimentos feitos pelo DECEA ao longo da década. Entre 2000 e 2010, foram R$ 3,3 bilhões, sendo R$ 1,5 bilhão somente a partir de 2008. O montante também envolve compra de equipamentos e a adoção do Sistema Avançado de Gerenciamento de Informações de Tráfego Aéreo e Relatórios de Interesse Operacional (SAGITÁRIO), um novo software nacional que representou um salto tecnológico na interface dos controladores de tráfego aéreo com as estações de trabalho. O sistema tem novas funcionalidades que permitem uma melhor consciência situacional por parte dos controladores. Sua interface é mais intuitiva, facilitando o trabalho de seus usuários.

Os resultados desses investimentos foram demonstrados pela auditoria realizada em 2009 pela International Civil Aviation Organization (ICAO), organização máxima da aviação civil, ligada às Nações Unidas, com 190 países signatários. A ICAO classificou o Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro entre os cinco melhores no mundo. De acordo com a ICAO, o Brasil atingiu 95% de conformidade em procedimentos operacionais e de segurança.

Sem citar quaisquer dessas informações, para realizar sua reportagem, a equipe do Fantástico exibe depoimentos sem ao menos pesquisar qual a motivação dessas fontes. O Sr. Edileuzo Cavalcante, por exemplo, apresentado como um importante dirigente de uma associação de controladores, é acusado por atentado contra a segurança do transporte aéreo, motim e incitação à indisciplina, e responde por essas acusações na Justiça Militar. 

O Sr. Edileuzo Cavalcante foi afastado da função de controlador de tráfego aéreo em 2007 e recentemente excluído das fileiras da Força Aérea Brasileira. Em 2010, também teve uma candidatura impugnada pela Justiça Eleitoral. 

Quanto à informação sobre as tentativas de chamada por parte do controlador de tráfego aéreo, Sargento Lucivando Tibúrcio de Alencar, no caso do acidente ocorrido com a aeronave da Gol (PR-GTD) e a aeronave da empresa Excel Aire (N600XL) em 29 de setembro de 2006, cabe reforçar que elas não obtiveram sucesso devido à aeronave da Excel Aire não ter sido instruída oportunamente a trocar de frequência e não a qualquer deficiência no equipamento, conforme verificado em voo de inspeção. Durante as tentativas de contato, a última frequência que havia sido atribuída à aeronave estava fora de alcance, impossibilitando o estabelecimento das comunicações bilaterais.

Já quando foi consultar o Departamento de Controle do Espaço Aéreo, a equipe de reportagem omitiu o fato que trataria de problemas de tráfego aéreo. Foi informado que se tratava unicamente sobre a evolução do tráfego aéreo de 2006 a 2011.

Por fim, o Centro de Comunicação Social da Aeronáutica ressalta que voar no país é seguro, que as ferramentas de prevenção do Sistema de Controle do Espaço Aéreo Brasileiro estão em perfeito funcionamento e que todas as ações implementadas seguem em concordância com o volume de tráfego aéreo e com as normas internacionais de segurança. No entanto, este Centro reitera que a questão da segurança do tráfego aéreo no país exige um tratamento responsável, sem emoção e desvinculado de interesses particulares, pessoais ou políticos. 

Brasília, 9 de agosto de 2011.
Brigadeiro-do-Ar Marcelo Kanitz Damasceno
Chefe do Centro de Comunicação Social da Aeronáutica
Fonte: CECOMSAER

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Jogo de Futebol da COJOTA.

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com


Fotos do jogo de futebol de salão da COJOTA,que todo domingo joga para a união do grupo para um diversão a parte.








O CORPO DE BOMBEIROS DE TANABI ATENDEU 28 OCORRÊNCIAS NESTE FINAL DE SEMANA.

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com



A BASE DE BOMBEIROS DE TANABI registrou neste final de semana 28 Ocorrências. As ocorrências foram 04 Acidentes de trânsito com vitimas, 08 Resgate, 09 Incêndio, 03 Salvamento e 04 Outras ocorrências de Bombeiros (vistoria) sendo que 07 vitimas foram socorridas pelo os Bombeiros de Tanabi.

As ocorrência de destaque aconteceram, dia 30 (sábado) por volta das 04:39 na Rodovia Euclides da Cunha, KM 496, onde pelo o local houve um capotamento de um veiculo (Astra), onde o condutor D.F.A de 21 anos sofreu escoriações pela face e suspeita de traumatismo craniano. A vitima foi rapidamente socorrida pelos Bombeiros de Tanabi e levada a Santa Casa de Cosmorama. Segundo populares que estavam no local, a vitima perdeu o controle do seu veiculo, vindo então a capotar. 
                                                               Foto:Acervo  
 
Momento que vitima é leva a unidade de resgate.


           A outra ocorrência de destaque aconteceu também no sábado na rua 01 no sitio do estado, por volta das 19:20. Pelo local a vitima A.N de 30 anos tentou o suicídio tomando remédio anti-depressivos e posteriormente colocou fogo em seu quarto, vindo então incendiar suas roupas, colchão, 02 camas, guarda roupa e uma cômoda. A vitima foi retirada de dentro da casa por populares e o incêndio foi controlado e extinto pelos Bombeiros de Tanabi.

Os Bombeiros de Tanabi agradece pela divulgação desta nota tenham todos um ótimo mês e que DEUS os abençoe.
   
2º Sgt PM De Oliveira 
Comandante  

on