quinta-feira, 26 de abril de 2012

O CORPO DE BOMBEIROS DE TANABI ATENDEU 10 OCORRÊNCIAS NESTE FINAL DE SEMANA.

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com

               Foto: Corpo de Bombeiros de Tanabi-SP

A BASE DE BOMBEIROS DE TANABI registrou neste final de semana 10 Ocorrências. As ocorrências foram: 07 Resgate, 02 Salvamento, 01 Outras ocorrências de Bombeiros (vistorias) sendo que 07 vitimas foram socorridas pelo os Bombeiros de Tanabi.



Este final de semana não houve ocorrência grave.


Os Bombeiros de Tanabi agradece pela divulgação desta nota tenham todos uma ótima semana e que DEUS os abençoe.
   
                                                       2º Sgt PM  De Oliveira  

Comandante dos Bombeiros de Tanabi  

Túlio Maravilha se apresenta para o Tanabi Esporte Clube.

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com


Vitor Castro
vitorhugo9183@hotmail.com 


O jogador Túlio Maravilha chegou por volta das 13h00 desembarcou no aeroporto de Rio Preto logo após se dirigiu ao grupo Faria onde respondeu umas perguntas dos jornalistas e deu autografo ao fãs e se dirigiu para Tanabi.


Fotos: Renan Contrera
Túlio Maravilha em Tanabi deu uma coletiva iniciada por volta das 16:00hs a Imprensa local como Blog Renan Contrera, Radio Educadora FM, Radio Clube AM, imprensa regional como Jornal Bom Dia, Jornal Diario da Região, Tv Tem afiliada da Rede Globo, Tv Record, Rede Vida, Tvi Sbt, Globo Esporte e também o publico presente teve oportunidade de tirar fotos e fazer perguntas.


" Estou muito feliz, já joguei em 28 times e este será o meu segundo título de cidadão. Também estou feliz por defender o Tanabi. Não importa o time, se estou na Seleção, no Botafogo ou em que divisão for, o importante é estar jogando futebol e chegar ao gol de número mil logo". Disse Túlio ao ser questionado.


O Presidente da Câmara de Vereadores de Tanabi o Professor Enedino Delfino disse que indicará o atacante para o titulo de cidadão Tanabiense, titulo na qual é entregue para cidadão que fizeram algo pelo município, entregue em solenidade alusiva na Câmara de Vereadores nas comemorações do dia da cidade 4 de Julho. 


“Falaram que tem uma cemitério do lado do estádio do Tanabi. Querem derrubar o estádio para aumentar o cemitério, mas com o Túlio, aqui, vamos fazer contrário. Falei com o presidente (Irineu Alves Ferreira) que precisa derrubar o cemitério e aumentar o estádio”. Disse o atacante do Tanabi. 


Logo após a coletiva Túlio juntamente com o presidente do Tanabi Irineu Alves Ferreira, Reginaldo de Abreu representando o prefeito municipal de Tanabi o Sr. José Francisco de Mattos Neto saiu em carro aberto pela principais ruas de Tanabi depois se dirigiu ao Estadio Municipal Alberto Victolo onde bateu um papo com seus parceiros de time e bateu uma bolinha com eles. 


O Túlio estreou no sábado 21 de abril em um amistoso contra o RCA Cruzeiro time amador ficou em 3 A 3 e Túlio marcou um gol de falta, no Estadio Alberto Victolo esteve por volta de 300 torcedores .


Fontes complementares: globoesporte.com, Tv Tem, Diário da Região


Fotos













domingo, 22 de abril de 2012

HISTÓRIA - Saiba porque o 22 de abril é o Dia da Aviação de Caça

Vitor Hugo Castro 
vitorhugo9183@hotmail.com
                                                                                       Foto:Fab/Acervo 

fotoEsta é uma história de heróis. Em abril de 1945, as tropas aliadas preparavam-se para uma grande ofensiva contra as forças alemãs. A todo custo, seria preciso estabelecer uma cabeça de ponte na região do Vale do Pó e impedir que exército nazista, em retirada, formasse uma nova linha de resistência e adiasse o final do conflito. Tal esforço exigiria sacrifício de todas as nações. Estava para acontecer o “Dia D” da Aviação Brasileira na Segunda Guerra Mundial.
Dia 22 de abril de 1945. O céu amanheceu encoberto na base brasileira em Pisa, na Itália. A aparente calmaria na pista de decolagem escondia o intenso movimento do 1° Grupo de Aviação de Caça (1º GAVCA) nos últimos dias. A unidade vinha cumprindo de quatro a seis missões por dia, o dobro, às vezes até o triplo da quantidade de saídas de antes da ofensiva de primavera que agora se desenhava.
Participar dessa ofensiva exigiria um esforço acima da média para os pilotos e especialistas da unidade. Os militares brasileiros haviam acabado de tomar uma das mais importantes decisões de toda a guerra. Preocupado com o aumento das saídas e o número de pilotos brasileiros, o Comando do 350th Fighter Group USAF (United States Air Force) propôs acabar com a unidade e aproveitar sua estrutura para pilotos americanos que entrariam em combate. Liderados pelo então Tenente-Coronel Nero Moura, Comandante do 1º Grupo de Caça, os brasileiros decidiram continuar lutando como uma unidade independente.
Dezenove pilotos acordaram escalados para as 11 missões do dia 22 de abril, prontos para quebrar o recorde de saídas diárias de toda a campanha na Itália. Para isso, voariam duas, até três vezes, por sucessivos dias, até o final da ofensiva. A unidade tinha então a metade do número de aviadores que desembarcaram em Livorno, um ano antes, resultado de baixas operacionais.
Passava das 8h, quando o ronco do primeiro P-47 ecoou pela pista de decolagem de Pisa. Às 8h30, partiram o capitão Horácio e os Tenentes Lara, Lima Mendes e Canário. Cinco minutos mais tarde, saíram o Capitão Pessoa Ramos e os tenentes Rocha, Perdigão e Paulo Costa. Às 8h40, decolaram os Tenentes Dornelles e Eustórgio, mais os aspirantes Poucinha e Pereyron.
Em terra, o ritmo de preparação continuava acelerado para dar conta das outras missões do dia. Havia um clima de preocupação. A experiência em combate indicava pelo menos três aeronaves abatidas por mês, dentro da rotina normal de saídas. O dia 22 de abril escapava totalmente desse perfil.

Às 9h45, decolaram o Tenente-Coronel Nero Moura, o Capitão Buyers, da USAF, e os Tenentes Neiva e Goulart. Uma hora depois, começaram a retornar as três primeiras esquadrilhas, sem nenhuma baixa.
Foto: Acervo/Internet 
Abrindo a segunda leva de ataques, partiram, às 10h55, o tenente Rui, Meira, Marcos Coelho de Magalhães e o Aspirante Tormin. Na seqüência (11h40), decolaram, pela segunda vez no dia e depois de menos de uma hora de descanso, os pilotos Horácio, Lara, Lima Mendes e Canário. Todos voltaram.
Na sétima missão do dia, às 12h40, saíram os Tenentes Dornelles, Eustórgio e o Aspirante Poucinha, todos voando pela segunda vez, mais o Tenente Torres, que chegaria ao final da guerra como o piloto mais voado. Em seguida (13h45), foram para o combate o Capitão Pessoa Ramos e os Tenentes Rocha, Perdigão e Paulo Costa, apenas três horas depois de terem retornado de outra missão.
Ainda restavam três missões. Até o meio da tarde, o 1º Grupo de Caça havia cumprindo à risca o plano aliado, sem nenhuma baixa. Em todas as saídas, os pilotos jogavam bombas em pontos estratégicos e passavam a procurar alvos de oportunidade, como colunas de tanques e transportes de suprimentos.
Às 14h45, o comandante do 1º Grupo de Caça, Tenente-Coronel Nero Moura, acompanhado dos Tenentes Neiva e Goulart, mais o Aspirante Pereyron, decolaram. A penúltima missão começou minutos antes das 16h. Partiram (pela terceira vez) Horácio, Lima Mendes e Lara, mais o capitão Buyers, que cumpria sua segunda missão. Filho de pais americanos, mas nascido no Brasil, Buyers juntou-se ao grupo ainda no Brasil, como oficial de ligação.
A última missão do dia, a décima primeira em pouco mais de sete horas, foi a mais dramática. Às 15h45, decolaram os Tenentes Meira, Tormin, Keller e Coelho. Dos quatro, apenas três retornaram. Ao mergulhar sobre um alvo, seguindo seu líder, Coelho foi atingido e teve que saltar de paraquedas, ficando desaparecido até o final da guerra.
No dia seguinte, em 23 de abril, finalmente, os aliados estabeleceram uma cabeça de ponte no Vale do Pó. Engana-se quem pensa que o esforço acabou ali. Por mais três dias, depois de 22 de abril, os pilotos brasileiros voaram dez missões diárias. Nesse esforço, o Tenente Dornelles, com 89 missões, morreu em combate, faltando poucos dias para o final da guerra.
 


Fonte: Agência Força Aérea

ENTREVISTA - Aviação de Caça é a primeira linha de defesa no ar, afirma comandante da 3ª FAE

Renan Contrera 
renancontrera@hotmail.com
                                                                                          Fotos: Agencia Força Aérea 

Desde a década de 90, a Aviação de Caça passa por modernizações de sua frota. Em entrevista à Agência Força Aérea, o Comandante da Terceira Força Aérea (III FAE), Brigadeiro do Ar Paulo Érico Santos de Oliveira, avalia o atual momento desta aviação. No próximo domingo (22/04), a Força Aérea comemora o Dia da Aviação de Caça - há 67 anos, pilotos brasileiros realizaram um número recorde de missões num único dia na campanha contra o nazismo. Leia a entrevista
Agência Força Aérea - Como o Sr. define a importância da Aviação de Caça para a FAB e para o país?
Brigadeiro Paulo Érico Santos de Oliveira - Pode-se dizer que, após a criação do Ministério da Aeronáutica, em 1941, a Aviação de Caça praticamente nasceu com a Força Aérea Brasileira. Isso aconteceu para fazer frente à ameaça nazista que, àquela época, impunha ao mundo uma perspectiva sombria para a preservação dos direitos e liberdades até então conquistados. Muito embora o emprego da arma aérea não fosse novidade nos céus do Brasil, a Aviação de Caça surgiu como a afirmação da vertente de combate daquela nova Força que também trazia consigo um papel importante na tarefa de integrar o território nacional.
O Primeiro Grupo de Aviação de Caça foi criado em 18 de dezembro de 1943 e, durante a Segunda Guerra Mundial, se destacou na campanha do Teatro Europeu, apresentando ao mundo a bravura dos soldados do ares que vinham daquele pedaço de chão chamado Brasil. Contudo, não foram os atos de heroísmo de seus integrantes, os únicos responsáveis pela implantação do profissionalismo que se observou no pós-guerra.
Uma vontade implacável de formar, com os conhecimentos adquiridos nos céus da Itália, uma aviação de caça de prestígio no Brasil, fez com que os veteranos do Senta Púa desenvolvessem na Força o espírito de profissionalismo e de abnegação, calcados na tradição, no conhecimento, na organização e em um estado de espírito no qual: do piloto de caça, não se espera nada menos do que a busca incansável pela perfeição. Esses são valores que se perpetuam através das gerações.
Apesar de a Aviação de Caça ter evoluído técnica e doutrinariamente ao longo dos conflitos que se sucederam no mundo, ainda hoje estão válidos os preceitos enunciados pelos primeiros teóricos do poder aéreo, e parece que assim permanecerão; enquanto não houver um fato inovador, capaz de produzir uma revolução técnica ou científica que transgrida os atuais conceitos da natureza ou os limites da física.
Assim, temos visto nos conflitos recentes a ratificação do emprego da arma aérea como condicionante sine qua non para qualquer emprego de forças de médio ou grande vulto. Nesse contexto, é aviação de caça a que se reveste de primordial importância, pois ela é a responsável por adquirir a necessária superioridade aérea perante as forças adversárias, de modo a permitir que as demais aviações de combate, assim como as forças de superfície, operem com a adequada segurança. Sem esse passo inicial, qualquer tentativa de manobra terá boas chances de insucesso.                                  
                                                                            Foto:Agencia Força Aérea/Sgt Paulo
fotoEssa é a importância da Aviação de Caça para a Força Aérea Brasileira, e, consequentemente para o Brasil, pois, em caso conflito, é da execução bem sucedida de suas missões que os demais esquadrões da Força poderão, também, contribuir para um desfecho favorável ao país.


Agência Força Aérea - Qual a avaliação que o Sr. faz sobre o atual momento da Aviação de Caça no Brasil?                          
Brigadeiro Paulo Érico - A Aviação de Caça, por ser a primeira linha de defesa no ar, necessita estar equipada com vetores modernos e com os mais bem treinados pilotos. Para tal, é importante haver periodicamente a reposição de seus meios por aeronaves e equipamentos que estejam mais próximos ao estado da arte, de forma a manter seus recursos humanos atualizados e capacitados a identificar vulnerabilidades e necessidades, assim como apontar obsolescências e descrever requisitos. Embora aguardando ansiosamente a definição do vetor principal, a Aviação de Caça tem passado por uma modernização de sua frota desde o início da década de 90.
A incorporação dos A-29, mais do que possibilitar aos novos pilotos voarem uma aeronave com modernos sistemas, proporcionou à FAB empregar em ambiente noturno com muito mais precisão e segurança. A modernização dos F-5 permitiu, à frota, uma sobrevida operacional, e hoje conta com recursos tecnológicos que facilitam o controle da batalha e compensam a performance da aeronave. O seu novo sistema de pontaria aumentou significativamente a eficiência do emprego ar-solo. A aquisição dos Mirage 2000, juntamente com a modernização dos F-5, possibilitou, também, a introdução de novas táticas de combate, com a incorporação de radares mais modernos e a utilização de mísseis de curto e de médio alcance. A modernização em curso da frota de A-1, proporcionará mais precisão no emprego ar-solo, por meio do emprego de armamentos inteligentes, maior conectividade e consciência situacional. Espera-se um consistente salto qualitativo.
O treinamento de nossos pilotos também tem sido alvo de atenção nos últimos anos. A participação em exercícios internacionais como CEIBO, SALITRE e RED FLAG, bem como as cinco edições do Exercício CRUZEX têm possibilitado a troca de experiências com diversas Forças Aéreas.
O Comando da Aeronáutica tem feito o máximo esforço para que os esquadrões da Aviação de Caça disponham dos melhores recursos possíveis. Desse modo, mantém seus pilotos e técnicos atualizados com o que há de moderno no mundo. Adicionalmente, um entrosamento natural e singular entre as diversas gerações de pilotos permite manter vivas as tradições e as raízes da aviação, assim como o respeito e a admiração pelos veteranos do Primeiro Grupo de Caça.
                                     
                                                      Foto:Agencia Força Aérea/TC Sergio 
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Agência Força Aérea - A Aviação de Caça sempre foi referência no Brasil, quais os principais destaques desta categoria na história brasileira da aviação militar? 

Brigadeiro Paulo Érico - Embora o entusiasmo pelo som dos motores e pela beleza de suas máquinas seja uma unanimidade, em se tratando de Aviação de Caça, poucos jovens conhecem a história dos pilotos brasileiros nos céus da Itália.
Os resultados auferidos pelo 1º Grupo de Aviação de Caça durante a Segunda Guerra Mundial foram expressivos, especificamente aqueles obtidos durante a decisiva Campanha da Primavera, último esforço dos aliados naquela Frente, antes de encerrar o conflito. O comando americano, sob cuja subordinação encontrava-se o Grupo de Caça brasileiro, o “XXII Tactical Air Command – 12º USAAF” registrou que, naquele período, mais precisamente entre o dia 6 e 29 de abril de 1945, o 1º GAvCa, executou apenas 5% do total de missões efetuadas por todas as unidades sob aquele Comando. No entanto, contabilizou a marca de 85% de todos os depósitos de munições destruídos, 36% dos depósitos de combustível danificados, 28% das pontes destruídas, 15% dos veículos motorizados e 10% dos veículos hipomóveis destruídos.
O heroísmo, a abnegação e o desempenho apresentados pelo o 1º GAvCa foi mais tarde reconhecido pelo governo norte-americano, que, em 1986, concedeu ao Primiero Grupo a comenda “Presidential Unit Citation”, reconhecimento daquele país, distinguido a poucas unidades não nacionais.
Não há melhor fonte de inspiração para um piloto de combate do que o exemplo glorioso de seus antecessores. No caso do Brasil, podemos afirmar que os veteranos do Primeiro Grupo de Caça, enquanto pilotos, são referências de coragem, lealdade, honra, dever e Pátria. E, enquanto visionários, formaram a Aviação de Caça do Brasil, e assim, são reconhecidos pelo empreendedorismo, perseverança, tenacidade, tradição e camaradagem.
A chama viva do piloto de caça de hoje é fruto e sempre o será do valoroso legado deixado por aqueles poucos bravos. Vale aqui, então, a mais honrosa referência ao Brigadeiro Nero Moura, primeiro Comandante do 1GavCa, Patrono da Aviação de Caça e exemplo eterno para todos os pilotos de caça do Brasil.
Agência Força Aérea - Quais as vantagens que a modernização do A-1, cujo primeiro voo acontece agora em março, proporciona à Aviação de Caça? 
Brigadeiro Paulo Érico - A aeronave A-1 foi um marco na Indústria Aeronáutica Brasileira e na aviação de combate do Brasil. As características deste vetor como caça-bombardeiro possibilitou a FAB ter uma capacidade singular no contexto de suas operações. Por ser um projeto pioneiro e de características peculiares, a sua manutenção como vetor de combate é de fundamental importância para a afirmação do Brasil como país de destaque no cenário internacional. A sua modernização é vista com um caráter estratégico, porque, além da extensão da sobrevida operacional, aperfeiçoará o seus sistemas de defesa, permitirá o emprego de armamento inteligente e de novos sensores, capacitando-o ao emprego diurno ou noturno com mais precisão.
Agência Força Aérea - O que o futuro reserva à Aviação de Caça no país?
Brigadeiro Paulo Érico - Nos últimos anos, o Brasil tem se apresentado no cenário internacional como um ator de destaque. Atrelado ao crescimento sócio-econômico, é de se esperar que as Forças Armadas passem por um reaparelhamento e uma modernização de seus meios. O país deverá experimentar um crescimento das riquezas e se destacará em campos tais como: econômico, produção, agronegócio, medicina, ciência, tecnologia espacial etc. Dessa tendência, emergirá, também, a necessidade de redimensionar seus sistemas de defesa, o que significará a busca do domínio tecnológico para a produção de seus artefatos, a redução da dependência externa e o fortalecimento de suas Forças Armadas.
Nesse contexto, inserir-se-á a Aviação de Caça, que deverá dispor de vetores, sistemas e armas tecnologicamente sofisticadas, e de domínio nacional. Velocidade, furtividade, flexibilidade, conectividade, alcance, precisão, confiabilidade, autonomia e eficiência deverão ser atributos a ser maximizados. O desenvolvimento profissional continuará a ser tema importante na pauta da Força Aérea e, consequentemente, na Aviação de Caça. A adoção do emprego do ensino à distância poderá acelerar a elevação do nível de conhecimento e proporcionar um rápido amadurecimento profissional de seus homens e mulheres.
Enfim, independente do que o futuro nos reserva, a Aviação de Caça sempre terá o compromisso, qualquer que seja o cenário, de continuar a ser a primeira linha de defesa da pátria no contexto aeroespacial.


Fonte: Agência Força Aérea

ORDEM DO DIA - 22 de Abril, Dia da Aviação de Caça COMANDANTE-GERAL DE OPERAÇÕES AÉREAS (COMGAR)

Vitor Hugo Castro
vitorhugo9183@hotmail.com



Em abril de 1945, as tropas aliadas lançaram-se contra as linhas inimigas no Teatro Europeu na tentativa de impor as negociações de paz, que poderiam dar fim a II Guerra Mundial.
Constituindo parte daquelas tropas, estava o Primeiro Grupo de Aviação de Caça, criado em 18 de dezembro de 1943, Unidade da então jovem Força Aérea Brasileira, para contribuir com o esforço de guerra em prol dos ideais democráticos e de liberdade.
Fotos:Fab
Foi no dia 22 de abril de 45, que o Grupo de Caça obteve o máximo desempenho, ao realizar o maior número de surtidas daquela campanha, contabilizando, durante todo aquele esforço, marcas expressivas de eficiência, que lhe rendeu o reconhecimento internacional pelos feitos realizados nos céus da Itália.
Nascia, assim, um dos pilares da Aviação de Caça no Brasil. No dia 22 de abril de cada ano temos o dever sagrado de relembrar e o orgulho de render a merecida homenagem àqueles que lutaram e morreram em defesa dos interesses do povo brasileiro.
Decorridos 67 anos de história da saga heróica dos homens que voaram e daqueles que fizeram voar na digna tarefa de combater em céus da Europa, constata-se que a distinta participação no esforço de guerra, assim como, a vontade de consolidar as bases de uma doutrina perene na aviação de combate, fez com que os veteranos do Senta a Pua plantassem na Força Aérea os valores identificados, no calor dos combates, como vitais para a conquista de qualquer ideal.
Desenvolveram nos jovens o espírito de profissionalismo e de abnegação, disseminados pelos valores da tradição, do conhecimento, da organização e da busca incessante pela perfeição, que hoje fundamentam o reconhecimento e o prestígio da Aviação de Caça.
Composta por onze esquadrões espalhados por todo o País, os jovens pilotos da Aviação de Caça comungam dos mesmos ideais de seus mestres veteranos e dispõem de vetores que, sistematicamente, vem passando por respectivas modernizações.
A incorporação dos A-29, mais do que possibilitar aos novos pilotos voarem uma aeronave com modernos sistemas, proporcionou à FAB empregar em ambiente noturno com muito mais precisão e segurança.

A aquisição dos Mirage 2000, assim como a modernização dos F-5, trouxe recursos tecnológicos que facilitam o controle da batalha e aumentam a eficiência do emprego ar-ar e ar-solo, possibilitando, também, a introdução de novas táticas de combate, com a utilização de radares mais modernos e de mísseis de curto e médio alcance.
A modernização em curso, da frota de aeronaves A-1, proporcionará, também, o emprego de armamentos inteligentes, maior conectividade e consciência situacional, potencializando os resultados e aumentando a capacidade de sobrevivência. 
O Comando da Aeronáutica dedica o máximo de seu esforço na priorização das ações para que os esquadrões da Aviação de Caça disponham dos melhores recursos possíveis.
A experiência e os ensinamentos absorvidos de nossos veteranos, porém, ensinaram-nos que somente a tecnologia não é suficiente para garantir o sucesso na solução de um conflito. A complexidade das guerras e a exposição direta da vida dos pilotos, incidem fortemente no aspecto emocional e traduzem em essência as mais cruéis das relações humanas. Não perder o foco e ter em mente os sacrifícios que lhes serão impostos é imperativo aos soldados do ar.
O adestramento deve sempre considerar a missão como o ponto de honra de um piloto de caça. E assim, voando máquinas sofisticadas e velozes, de noite ou de dia, na selva, nos pampas, nos planaltos ou no litoral, defenderão o que há de maior valor na Nação Brasileira: sua liberdade e sua soberania.
Parabéns a Aviação de Caça da Força Aérea Brasileira.
Brasília, 22 de abril de 2012.

Tenente-Brigadeiro do Ar NIVALDO LUIZ ROSSATO
Comandante-Geral de Operações Aéreas

Fonte: Agencia Força Aérea 

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Campanha de vacinação contra a gripe começa dia 5 de maio

Meta é vacinar 5,3 milhões de paulistas entre idosos, crianças de 6 meses a 2 anos, gestantes, indígenas e profissionais de saúde


Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com
                                                                                    Foto: Internet 

A partir de 5 de maio, pelo menos 5,3 milhões de paulistas devem ser imunizados contra a gripe. O número corresponde à meta de 80% dos 6,6 milhões de idosos com 60 anos ou mais, gestantes, crianças a partir de 6 meses e menores de 2 anos, indígenas e profissionais de saúde do Estado.

Para garantir abrangência da imunização, a campanha da Secretaria Estadual da Saúde contará com mais de sete mil postos de vacinação, entre fixos e volantes, além de 3,5 mil veículos, 32 ônibus e cinco barcos. Ao todo serão 41,6 mil profissionais da área da saúde, estaduais e municipais, envolvidos na ação, que acontecerá até 25 de maio em todo o Estado.
 
Além de imunizar a população contra a gripe A H1N1, tipo que se disseminou pelo mundo na pandemia de 2009, a campanha também vacinará a parcela da população participante contra outros dois tipos do vírus influenza – A (H3N2) e B.

Reações

Segundo a diretora de Imunização da Secretaria, Helena Sato, a vacina não provoca gripe em quem tomar a dose, pois é feita de pequenos fragmentos do vírus, incapazes de causar qualquer infecção. Ela ressalta que a imunização contra a gripe é fundamental para evitar complicações respiratórias decorrentes da doença, como pneumonias.

Fonte: Portal do Governo do Estado de São Paulo 

SEGURANÇA PÚBLICA - Tecnologia a serviço da segurança

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com


Fotos: Divulgação 
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São Paulo conta com 25 helicópteros

Cada região do Estado conta com pelo menos um helicóptero da polícia. Nos últimos 16 anos, a frota aérea do policiamento militar do Estado foi praticamente triplicada. Até 1995, o grupamento aéreo era formado por 10 aeronaves, sendo 7 helicópteros e 3 aviões. Hoje, são 25 helicópteros - sendo 23 Águias e dois de treinamento - e seis aviões de transporte de tropas. Além de 4 helicópteros da polícia Civil. Essa estrutura permite que 90% da população do Estado estejam ao alcance de um dos nossos helicópteros em no máximo 15 minutos.
A frota total ativa da Polícia de São Paulo também teve um incremento expressivo, passando de 14.558 em 1995 para 23.459 viaturas em 2011. Isso equivale a uma média de 523 novas viaturas para a polícia por ano, mais de uma viatura por dia.
A partir de 2012,  todas as 11 mil viaturas da PM que patrulham bairros da capital e da região metropolitana estão equipadas com tablets. Assim, os policiais podem consultar os bancos de dados criminais, fazer registros de boletins de ocorrências, anotações e relatórios, além de enviar informações ao comando.
Imagem destaque
11 mil viaturas equipadas com tablets

Câmera inteligente

O patrulhamento policial conta também com a tecnologia de videomonitoramento. São dois tipos de equipamento, o fixo e o móvel. O primeiro, denominado "inteligente", foca em uma direção específica e seu software está programado para emitir um sinal sonoro à central quando houver algum incidente. O segundo mostra todos os detalhes desse incidente, por funcionar em ângulo 360 graus.
Assim, uma câmera fixa, instalada em frente a uma agência de banco, por exemplo, “avisará” quando houver qualquer movimento anormal entre as pessoas, de acordo com sua programação. Outro exemplo é nos estádios de futebol: perto da câmera fixa, há uma móvel, que mostra todos os detalhes de um incidente. Tudo isso é observado pelo operador no Centro de Operações da Polícia Militar (Copom), que rapidamente solicita o envio de uma viatura ao local.
São 338 câmeras de segurança espalhadas na capital e em cidades como Aparecida e Campos do Jordão – escolhidas devido ao forte apelo turístico. O investimento foi de quase R$ 20 milhões por parte do Governo.
Na capital, os equipamentos estão espalhados por 272 pontos com grande fluxo de pessoas, como o centro, nas proximidades de estádios de futebol e eventos, além de bairros da periferia. Na cidade de São Paulo, a central funciona numa sala do Copom. Ali trabalham 60 pessoas, 24 horas por dia, em três turnos de revezamento. A agilidade do videomonitoramento facilita a prisão em flagrante e a imagem pode ser usada como prova em investigações da Polícia Civil, Guarda Civil Metropolitana, companhias de tráfego e em trabalhos da prefeitura.

Infocrim

O foco em inteligência policial tem como destaque o Infocrim, um sistema de mapeamento criminal que funciona em conjunto com o Registro Digital de Ocorrência (RDO) e que está presente nos 645 municípios do Estado.
O RDO padronizou os boletins de ocorrência elaborados nas unidades policiais, que são feitos em formato digital e armazenados em bancos de dados, podendo ainda ser consultados por outros órgãos policiais. O Infocrim analisa os dados armazenados nesse banco e cria um mapa da criminalidade. Com o mapa, é possível identificar os pontos de maior incidência criminal separados por cidades, bairros, ruas e também por dias e horários. Esse material permite que a Polícia desenvolva o Plano de Policiamento Inteligente (PPI), definindo o roteiro de cada viatura de acordo com a necessidade específica do local.

Fonte: Portal do Governo do Estado de São Paulo 

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Falece em acidente aéreo o empresário e aviador Fernando de Arruda Botelho

Renan Contrera
renancontrera@hotmail.com
Time line do Blog Renan Contrera no Facebook 
https://www.facebook.com/pages/Blog-Renan-Contrera/273349159365266
 


Com certeza perdemos um grande colaborador para a aviação,
vou registrar aqui a minha aventura pessoal com Fernando Botelho.
 Fiz esta imagem sobre Brasília, a dificuldade de manter
 o voo era muito grande e ficamos muito preocupados na época,
 mas ele não...
O empresário e acionista do Grupo Camargo Corrêa, Fernando de Arruda Botelho, morreu no início da tarde de hoje, 13 de Abril, em um acidente aéreo no interior de São Paulo. Ele e o piloto Sérgio Luiz Robattino, da Morro Vermelho Taxi Aéreo, empresa da qual Arruda Botelho também era acionista, foram carbonizados após o avião em que voavam cair nas proximidades de seu aeródromo, criado pelo executivo na década de 80, na cidade de São Carlos.
Fernando de Arruda Botelho também foi o idealizador e principal organizador da Broa Fly-In, uma das maiores feiras de aviação da América Latina, que ocorria anualmente em seu aerodromo, sempre em junho, mês de seu aniversário. Para esse ano, a 12ª edição da feira, a Broa espera receber mais de seis mil pessoas durante os três dias de evento. Apenas em negócios, a feira movimenta anualmente mais de US$ 100 milhões.
                                                                                                Fotos:Asas Metálicas
Apaixonado por aviação, o empresário fundou o Instituto Arruda Botelho, em Itirapina, que em parceria com Sesi, Senai e USP construiu réplicas do Demoiselle, segundo avião criado por Santos Dumont –depois do 14 BIS. “A missão do projeto é resgatar a história da aviação e divulgar o nome deste herói brasileiro e sua contribuição para o desenvolvimento da história da aviação mundial”, informa o site do instituto.
O instituto também promove preservação ambiental e do patrimônio histórico e artístico, desenvolvimento social e difusão cultural no Brasil e no exterior.
Foi nas proximidades do seu aeródromo, que conta com uma pista de 1,5 mil metros e uma área total de 400 mil metros quadrados, que Arruda Botelho faleceu. Ele estava a bordo de um avião antigo, Trojan T-28, utilizado por forças armadas de vários países, inclusive a marinha brasileira, na década de 60. O empresário trouxe este avião dos Estados Unidos no início do ano passado e era o único deste modelo voando no Brasil. Por volta das 12:30 o avião sofreu uma pane, caiu em um canavial nas proximidades da pista e explodiu.
A aviação brasileira perde um de seus maiores incentivadores e visionários.
Fontes – Folha.com / Estadão/ Asas Metalicas