quarta-feira, 24 de julho de 2013

Policia Militar cria Núcleo de Mediação Comunitária em Tanabi

Renan Contrera 
renancontrera@hotmail.com
                                                                                           Foto: Cel PM Azor Lopes 
O Comando do Policiamento do Interior - 5 (CPI-5), esta abrindo em todas as unidades o Núcleo de Mediação Comunitária, na qual este estará presente nos 96 municípios sendo assim 101 Núcleos de Mediação. Em Tanabi foi inaugurado neste terça-feira as 14h00 com a presença de autoridades militares, civis e religiosas de nossa cidade e região tendo destaque Cap PM Lessa do 52 Batalhão da Policia Militar do Interior, 1º Ten PM Fádio Kuni, 1º Ten PM Comandante do 2º Pelotão de Tanabi Leandro Mendes, Subtenente PM Bernardes , 3º Sargento PM Reis, Major Silas Martins Comandante do Destacamento de Controle do Espaço Aéreo de Tanabi (DTCEA-TNB), Vereadores Marcos Paulo Mazza e Rose de Paula, Padre Jamil Serafim de Paula, Nazir Bechara Presidente de Honra do CONSEG (Conselho Comunitário de Segurança), Ten Ref Osmar do Nascimento atual Presidente do CONSEG.


Em toda ocorrência policial ou atendimento público que se identifique a existência de um conflito que esteja relacionado em um rol de ocorrências passíveis de mediação (tais como injúria, calúnia, difamação, dano, exercício arbitrário das próprias razões, outras fraudes, conflitos familiares e de vizinhança, etc), as partes litigantes serão consultadas quanto ao interesse em promover a solução do conflito, em data oportuna, no núcleo de mediação.
                                       Fotos: Max Pereira
Autoridades presentes na inauguração do Núcleo.


Havendo o interesse de ambas as partes, será agendada sessão para mediação e as partes serão ouvidas e concitadas a buscarem uma resolução pacífica do conflito, evitando assim burocracias e demoras em processos.
"Há uma década (2003) falávamos sobre a Mediação de Conflitos com alternativa efetiva na segurança pública. Do que era uma ideia, que mais tarde publicaríamos no universo acadêmico, tudo evoluiu para se transformar em meta estratégica de nosso Comando em 2012 e, finalmente, em realidade em julho de 2013, com a criação de 101 Núcleos de Mediação Comunitária nos 96 municípios de nossa região, atendendo a uma população de 1,5 milhão de habitantes - certamente o maior em amplitude em todo o BRASIL. Além do investimento intelectual e técnico da própria Polícia Militar, todos nossos Policiais Militares que atuarão na Mediação de Conflitos são capacitados pelo Ministério da Justiça por sua Secretaria Nacional de Segurança Pública. Parabéns a todos nossos colaboradores!!! "JUNTOS SOMOS FORTES!!!" Diz Azor Lopes da Silva Junior comandante do CPI-5 
Cap PM Lessa falando sobre o Núclo
“Essas unidades vão funcionar sob mediação de um policial militar capacitado pela Secretaria Nacional de Segurança Pública, focados em gerir os problemas sociais derivados de comportamentos reprováveis, antevendo conflitos e empregando práticas preventivas que minimizem a incidência de manifestações violentas. Haverá a transmissão de orientações ao cidadão, de forma a estimular a solução em conjunto, por meio da ajuda mútua, frente aos problemas comuns, despertando o espírito de cidadania. Mediando-se conflitos destas naturezas, pretende-se também a diminuição de determinados crimes mais graves, haja vista que conflitos interpessoais não resolvidos (ou mal resolvidos) tendem a agravar-se” Explica Cap PM Lessa 
No município de Tanabi o Tenente responsável pela companhia da Polícia Militar, Leandro Mendes disse que um exemplo importante para o uso desta sala, onde funcionará o núcleo, são as rotineiras brigas entre vizinhos. “Brigas entre vizinhos, pelos mais diversos motivos, como altura do som, restos de lixo jogados na frente da casa, e etc... poderão ser resolvidos de uma melhor e mais vantajosa maneira” afirmou
Segundo as informações prestadas pelo 1º Tenente Kuni as vantagens da implantação do Núcleo em Tanabi serão de grande valia, uma vez que, existirá uma maior celeridade e privacidade no processo, que não há custos. “Resolver os conflitos de forma sigilosa e sem ter que acionar a justiça neste caso o poder judiciário, é uma forma a viabilizar com que as pessoas possam entrar em comum acordo na resolução de seus pequenos conflitos, é também uma excelente maneira de evitar conflitos futuros e maiores constrangimentos às partes” finalizou.

Fonte Auxiliar: Max Pereira